TATSURU ARAI |  RE-SOLARIZATION

PROJECT LAPP 3 / PROJETO LAPP 3 / PROYECTO LAPP 3


Live Audiovisual Performance Programme

Programa de Performance Audiovisual ao Vivo 

Programa de Performance Audiovisual al Vivo

TRANSGRESSION art + technology LAPP 3


TATSURU ARAI | RE-SOLARIZATION  

Performance Audiovisual


Live Audiovisual Performance Programme LAAP 3

Directed and Curate by Ph.D HERNANDO URRUTIA



Projeto de performance ao vivo RE-SOLARIZATION 

A apresentação audiovisual ao vivo RE-SOLARIZATION de Tatsuru Arai, foca-se no princípio do nosso ecossistema que teve origem na energia de fusão nuclear do Sol. No início da formação da Terra, a atmosfera continha muito dióxido de carbono e azoto e apresentava uma temperatura elevada. Posteriormente, ao longo de centenas de milhões de anos, a superfície da Terra arrefeceu e o vapor de água transformou-se em chuva, caindo sobre a superfície terrestre e formando os mares. Há cerca de 4 mil milhões de anos, surgiram as plantas no mar. Muito tempo depois, a nossa civilização humana formou as cidades.

O desenvolvimento da ciência e da tecnologia humanas, a que chamamos «artefactos», influencia a nossa visão do universo. Hoje, imaginamos um universo e uma civilização diferentes dos de há 100 anos. A forma das flores é reproduzida através de um algoritmo, e as imagens e a música são geradas por simulação de inteligência artificial. As flores fazem parte do ecossistema terrestre de origem solar e são capazes de absorver a matéria expelida pelos seres humanos, funcionando como parte da sua ecologia.

Nas flores que vemos nas cidades, há vestígios da história humana e cósmica em segundo plano. A IA transforma as flores em técnicas de pintura de uma determinada época do passado. Uma variedade de estilos musicais, do passado ao presente, gerados como «música de densidade de 0 a 100%», inclui a Música Hiper-Serial.

Duração: 42 minutos


Live performance project RE-SOLARIZATION

The live audiovisual presentation RE-SOLARIZATION by Tatsuru Arai it focuses on the origins of our ecosystem, which stemmed from the Sun's nuclear fusion energy. In the early stages of the Earth's formation, the atmosphere contained high levels of carbon dioxide and nitrogen and was extremely hot. Subsequently, over hundreds of millions of years, the Earth's surface cooled and water vapour turned into rain, falling onto the Earth's surface and forming the seas. Around 4 billion years ago, plants emerged in the sea. Much later, our human civilisation built cities.

The development of human science and technology, which we call artifacts, affects our view of the universe. Today, we imagine a different universe and civilization from 100 years ago. The shape of flowers is reproduced with an algorithm, and the images and music are generated by artificial intelligence simulation. Flowers are part of the Earth's ecosystem of solar origin and are able to absorb matter expelled by humans and work as part of their ecology.

In flowers we see in cities, there are traces of human and cosmic history in the background.A.I. transforms flowers into painting techniques from a certain era in the past. A variety of musical styles from the past to the present generated like "0 to 100% Density music" include Hyper Serial Music.

Duration: 42 minutes.


Proyecto de performance en vivo Παλμός PULSE

La presentación audiovisual en directo RE-SOLARIZATION de Tatsuru Arai se centra en el origen de nuestro ecosistema, que tuvo su origen en la energía de fusión nuclear del Sol. Al principio de la formación de la Tierra, la atmósfera contenía mucho dióxido de carbono y nitrógeno, y presentaba una temperatura elevada. Posteriormente, a lo largo de cientos de millones de años, la superficie de la Tierra se enfrió y el vapor de agua se transformó en lluvia, cayendo sobre la superficie terrestre y formando los mares. Hace unos 4.000 millones de años, surgieron las plantas en el mar. Mucho tiempo después, nuestra civilización humana creó las ciudades.

El desarrollo de la ciencia y la tecnología humanas, a las que llamamos «artefactos», influye en nuestra visión del universo. Hoy en día, imaginamos un universo y una civilización diferentes a los de hace 100 años. La forma de las flores se reproduce mediante un algoritmo, y las imágenes y la música se generan mediante simulación de inteligencia artificial. Las flores forman parte del ecosistema terrestre de origen solar y son capaces de absorber la materia expulsada por los seres humanos, funcionando como parte de su ecología.

En las flores que vemos en las ciudades hay vestigios de la historia humana y cósmica en segundo plano. La IA transforma las flores en técnicas pictóricas de una época determinada del pasado. Una variedad de estilos musicales, desde el pasado hasta el presente, generados como «música de densidad del 0 al 100 %», incluye la música hiperserial.

Duración: 42 minutos.


FRAGMENTOS VISUAIS - VISUAL FRAGMENTS - FRAGMENTOS VISUALES

Παλμός PULSE


COMO NASCE - HOW IT BEGINS - CÓMO NACE

Παλμός - PULSE

Como nasce Παλμός - PULSE

Pandelis Diamantides criou o projeto Παλμός — PULSE, uma coleção de arte audiovisual generativa em que o coração é abordado como metáfora da emoção, enquanto a vibração surge como elemento de ligação entre as dimensões física, biológica e social da experiência humana. Os dados recolhidos a partir de uma única vibração — um coração a bater — e da intensidade do movimento da multidão em torno de um ponto de interesse social são utilizados para navegar pelos parâmetros de um software personalizado destinado à criação artística. O resultado é uma coleção de três obras que explora a experiência universal da atividade cardíaca em resposta ao pensamento, à emoção e ao movimento. Como estratégia para lidar com o stress do isolamento social durante a pandemia da Covid-19, Pandelis observou e avaliou regularmente o seu próprio batimento cardíaco e o ritmo da sua respiração. Ao acompanhar as reações do seu corpo e ao tomar consciência da ligação entre o seu próprio pulso e o do mundo, encontrou uma forma de preservar uma sensação de conexão e união durante um período marcado pelo distanciamento físico e social.

Segundo SSK, Vital Weekly "...E é esta ligação profundamente pessoal que imbui as obras de Diamantides com camadas de humanidade orgânica — uma vibração e ressonância biológicas que se pode perdoar esquecer quando confrontado com o brilho de alta tecnologia dos elementos visuais ou com a síntese granular de ruído digital do áudio." Este tríptico remete para o mito, à semelhança de Bill Viola, e navega pelos parâmetros do sagrado, do profano e do pessoal, do inter-humano e, talvez, do sobrenatural. Uma experiência simultaneamente universal e profundamente individual: uma única vibração extrapolada para todos nós, transformando-se no movimento de uma multidão de corações, numa ressonância social e numa profusão de interações cardíacas.

Se considerarmos apenas o aspeto sonoro, ouvimos apenas indícios de Scanner e Vangelis, de François Bayle e de outros grandes nomes do GRM; vem-nos à mente Main, talvez Peder Mannerfelt, e também Thomas Brinkmann. Há um toque MEGO inegável nesta obra. Entre o inquietante e o misterioso, o trabalho encontra na ligação humana a possibilidade de ultrapassar o meramente digital ou binário, transformando dados biológicos em algo profundamente envolvente, cativante e emocional. Como uma memória pessoal redescoberta ou como um tempo recuperado. uma obra que merece ser experienciada em grande escala, em espaços como o Eye Filmmuseum, em Amesterdão: paredes mergulhadas na escuridão, som potente a ressoar no espaço e uma experiência direta e impactante de uma exploração simultaneamente espetacular e minuciosa de paisagens emocionais inexploradas.


How it Begins Παλμός - PULSE

Pandelis Diamantides created the project Παλμός — PULSE, a collection of generative audiovisual art in which the heart is approached as a metaphor for emotion, while vibration emerges as a connecting element between the physical, biological, and social dimensions of human experience. Data collected from a single vibration — a beating heart — and from the intensity of crowd movement around a point of social interest are used to navigate the parameters of bespoke software designed for artistic creation. The result is a collection of three works that explores the universal experience of cardiac activity in response to thought, emotion, and movement. As a strategy for coping with the stress of social isolation during the COVID-19 pandemic, Pandelis regularly observed and monitored his own heartbeat and breathing rhythm. By following the reactions of his body and becoming aware of the connection between his own pulse and that of the world, he found a way to preserve a sense of connection and togetherness during a period marked by physical and social distancing.

According to SSK, writing in Vital Weekly, "it is this deeply personal connection that imbues Diamantides' works with layers of organic humanity — a biological vibration and resonance that one could easily forget when confronted with the high-tech brilliance of the visual elements or the granular synthesis of digital noise in the audio." The triptych evokes the realm of myth, reminiscent of Bill Viola, and navigates the parameters of the sacred, the profane, and the personal, the inter-human and, perhaps, the supernatural. It is an experience that is both universal and deeply individual: a single vibration extrapolated into all of us, becoming the movement of a multitude of hearts, a social resonance, and a profusion of cardiac interactions.

If we consider only the sound aspect, we hear hints of Scanner and Vangelis, of François Bayle and other great names from the GRM; Main springs to mind, perhaps Peder Mannerfelt, and also Thomas Brinkmann. There is an unmistakable MEGO touch to the work. Moving between the unsettling and the mysterious, the project finds in human connection a way to transcend the merely digital or binary, transforming biological data into something deeply immersive, captivating, and emotional. Like a rediscovered personal memory, or like recovered time, the work calls for an experience on a large scale, in spaces such as the Eye Filmmuseum in Amsterdam: walls immersed in darkness, powerful sound resonating throughout the space, and a direct and impactful encounter with an exploration of emotional landscapes that is at once spectacular and meticulous. 


Cómo nace Παλμός - PULSE

Pandelis Diamantides ha creado el proyecto Παλμός — PULSE, una colección de arte audiovisual generativo en la que el corazón se aborda como metáfora de la emoción, mientras que la vibración surge como elemento de conexión entre las dimensiones física, biológica y social de la experiencia humana. Los datos recopilados a partir de una única vibración —un corazón latiendo— y de la intensidad del movimiento de la multitud en torno a un punto de interés social se utilizan para navegar por los parámetros de un software personalizado destinado a la creación artística. El resultado es una colección de tres obras que explora la experiencia universal de la actividad cardíaca en respuesta al pensamiento, la emoción y el movimiento. Como estrategia para hacer frente al estrés del aislamiento social durante la pandemia de la COVID-19, Pandelis observó y evaluó regularmente su propio latido cardíaco y el ritmo de su respiración. Al seguir las reacciones de su cuerpo y tomar conciencia de la conexión entre su propio pulso y el del mundo, encontró una forma de preservar una sensación de conexión y unión durante un período marcado por el distanciamiento físico y social.

Según SSK, Vital Weekly: «...Y es esta conexión profundamente personal la que impregna las obras de Diamantides de capas de humanidad orgánica: una vibración y una resonancia biológicas que uno puede llegar a olvidar ante el brillo de la alta tecnología de los elementos visuales o la síntesis granular del ruido digital del audio». Este tríptico remite al mito, al igual que Bill Viola, y navega por los parámetros de lo sagrado, lo profano y lo personal, lo interhumano y, tal vez, lo sobrenatural. Una experiencia a la vez universal y profundamente individual: una única vibración extrapolada a todos nosotros, que se transforma en el movimiento de una multitud de corazones, en una resonancia social y en una profusión de interacciones cardíacas.

Si nos centramos únicamente en el aspecto sonoro, solo percibimos trazas de Scanner y Vangelis, de François Bayle y de otros grandes nombres del GRM; nos viene a la mente Main, quizá Peder Mannerfelt, y también Thomas Brinkmann. Hay un toque innegable de MEGO en esta obra. Entre lo inquietante y lo misterioso, la obra encuentra en el vínculo humano la posibilidad de ir más allá de lo meramente digital o binario, transformando datos biológicos en algo profundamente envolvente, cautivador y emocional. Como un recuerdo personal redescubierto o como un tiempo recuperado. Una obra que merece ser experimentada a gran escala, en espacios como el Eye Filmmuseum, en Ámsterdam: paredes sumidas en la oscuridad, un sonido potente que resuena en el espacio y una experiencia directa e impactante de una exploración, a la vez espectacular y minuciosa, de paisajes emocionales inexplorados.



FRAGMENTOS SONOROS - SOUND FRAGMENTS - FRAGMENTOS SONOROS

TATSURU ARAI

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FRAGMENTOS AUDIOVISUAIS - AUDIOVISUAL FRAGMENTS - FRAGMENTOS AUDIOVISUALES

PANDELIS DIAMANTIDES

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APRESENTAÇÕES AO VIVO - LIVE PERFORMANCE - PRESENTACIONES AL VIVO

PANDELIS DIAMANTIDES

|   LIVE   |


APRESENTAÇÃO | PERFORMANCE AUDIOVISUAL | MADEIRA

18 de novembro de 2026 - 19h | CCJDP - Centro Cultural John dos Passos  |  Ponta do Sol - Madeira - Portugal


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RE-SOLARIZATION

Alinhamento audiovisual - Audiovisual alignment - Alineación audiovisual

A Performance Audiovisual RE-SOLARIZATION  está compuesto de 1 parte de uma única peça.

The audiovisual performance RE-SOLARIZATIONconsists of three parts, forming a single work

La performance audiovisual RE-SOLARIZATION se compone de tres partes que forman una única obra.


•⁠ Movement A: Παλμός α' / A Vibration.

•⁠ Movement B: Παλμός β' / A Heartbeat

•⁠ Movement C: Παλμοί / Pulses.


42:00 (42m 00s)

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VERSÃO ao vivo - live VERSION - VERSIÓN en vivo

AV PERFORMANCE RE-SOLARIZATION

42:00  (42m 00s) |  42m

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Autor - Author - Autor 

Tatsuru Arai


TATSURU ARAI

(Japão - Japan | Alemanha - Germany)


TATSURU ARAI é um artista interdisciplinar, compositor de música eletrónica e investigador, nascido em Atenas, cuja prática se desenvolve na intersecção entre o som, a imagem em movimento e as tecnologias digitais. Dividindo a sua atividade entre Amesterdão, Atenas e Nicósia, desenvolve instalações imersivas, ambientes audiovisuais, composições sonoras e performances de meios expandidos que exploram a perceção, a experiência incorporada, a participação e as formas de mediação tecnológica.

O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em museus, instituições e festivais, incluindo o Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Madrid), o Stedelijk Museum Amsterdam, o Pioneer Works, o MoMA PS1, o Museu de Arte Contemporânea de Roma (MACRO), o EYE Filmmuseum, o FOAM, Museu Benaki, V2_ Institute for the Unstable Media, Ars Electronica Garden e NRW-Forum Düsseldorf, bem como em festivais e plataformas como o SXSW, Art Rotterdam, i Light Singapore, GOGBOT Festival, TodaysArt Festival, Athens Digital Arts Festival, MMMAD Festival e Bright Festival.

Entre as obras selecionadas destacam-se Go Back to Hiding in the Shadows (2019), Quickly Photographed and Released Unharmed (2020), Παλμός - PULSE (2023), Ground Studies for Pilots (2025).

Os projetos colaborativos incluem Mutual Wave Machine (2013–presente), desenvolvido com o programador criativo Matthias Oostrik e a neurocientista Suzanne Dikker; plplpl.pl (2016–presente), com Matthias Oostrik; Anima (2016), com Nick Verstand; Polaris (2016), com Nick Verstand, Nikki Hock e Children of the Light; Drowning (2021), com MAOTIK; Refractions (2022), um projeto de investigação iniciado por Rosa Menkman; a série em curso TOPIA (2019–presente), com Zalán Szakács; e Bluets (2025), com a soprano Kristia Michael.

Diamantides lecionou internacionalmente na Academia de Arte da China (Hangzhou, China), na Universidade dos Andes (Bogotá, Colômbia) e na Universidade do Peloponeso. De 2017 a 2019, foi professor de Programação Multimédia na Universidade de Tecnologia de Chipre. Posteriormente, trabalhou como investigador associado no Centro de Excelência CYENS, em Nicósia, Chipre, e no Centro de Investigação ATHENA, em Atenas, Grécia.


TATSURU ARAI is an interdisciplinary artist born in Athens, an electronic music composer and researcher who works at the intersection of sound, moving image and digital technology. Dividing his practice between Amsterdam, Athens and Nicosia, he develops immersive installations, audiovisual environments, sound compositions and performances using expanded media that explore perception, embodiment, participation and technological mediation.

His work has been presented internationally in museums, institutions and festivals, including the Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Madrid), the Stedelijk Museum Amsterdam, Pioneer Works, MoMA PS1, the Museum of Contemporary Art in Rome (MACRO), the EYE Filmmuseum, FOAM, the Benaki Museum, V2_ Institute for the Unstable Media, Ars Electronica Garden and the NRW-Forum Düsseldorf, as well as at festivals and platforms such as SXSW, Art Rotterdam, i Light Singapore, GOGBOT Festival, TodaysArt Festival, Athens Digital Arts Festival, MMMAD Festival and Bright Festival.

Selected works include *Go Back to Hiding in the Shadows* (2019), *Quickly Photographed and Released Unharmed* (2020), *Παλμός – PULSE* (2023) and *Ground Studies for Pilots* (2025).

Collaborative projects include Mutual Wave Machine (2013–present), developed with creative programmer Matthias Oostrik and neuroscientist Suzanne Dikker; plplpl.pl (2016–present), with Matthias Oostrik; Anima (2016), with Nick Verstand; Polaris (2016), with Nick Verstand, Nikki Hock and Children of the Light; Drowning (2021), with MAOTIK; Refractions (2022), a research project initiated by Rosa Menkman; the ongoing series TOPIA (2019–present), with Zalán Szakács; and Bluets (2025), with soprano Kristia Michael.

Diamantides has taught internationally at the China Academy of Art (Hangzhou, China), the University of the Andes (Bogotá, Colombia) and the University of the Peloponnese. From 2017 to 2019, he was a lecturer in Multimedia Programming at the Cyprus University of Technology. He subsequently worked as a research associate at the CYENS Centre of Excellence in Nicosia, Cyprus, and at the ATHENA Research Centre in Athens, Greece.


TATSURU ARAI es un artista interdisciplinar, compositor de música electrónica e investigador, nacido en Atenas, cuya práctica se desarrolla en la intersección entre el sonido, la imagen en movimiento y las tecnologías digitales. Reparte su actividad entre Ámsterdam, Atenas y Nicosia, y crea instalaciones inmersivas, entornos audiovisuales, composiciones sonoras y performances de medios expandidos que exploran la percepción, la experiencia corporal, la participación y las formas de mediación tecnológica.

Su obra se ha presentado internacionalmente en museos, instituciones y festivales, entre los que se incluyen el Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (Madrid), el Stedelijk Museum de Ámsterdam, Pioneer Works, el MoMA PS1, el Museo de Arte Contemporáneo de Roma (MACRO), el EYE Filmmuseum, el FOAM, el Museo Benaki, el V2_ Institute for the Unstable Media, el Ars Electronica Garden y el NRW-Forum Düsseldorf, así como en festivales y plataformas como el SXSW, Art Rotterdam, i Light Singapore, el GOGBOT Festival, el TodaysArt Festival, el Athens Digital Arts Festival, el MMMAD Festival y el Bright Festival.

Entre las obras seleccionadas destacan *Go Back to Hiding in the Shadows* (2019), *Quickly Photographed and Released Unharmed* (2020), *Παλμός - PULSE* (2023) y *Ground Studies for Pilots* (2025).

Entre los proyectos colaborativos se incluyen Mutual Wave Machine (2013–actualidad), desarrollado junto al programador creativo Matthias Oostrik y la neurocientífica Suzanne Dikker; plplpl.pl (2016–actualidad), con Matthias Oostrik; Anima (2016), con Nick Verstand; Polaris (2016), con Nick Verstand, Nikki Hock y Children of the Light; Drowning (2021), con MAOTIK; Refractions (2022), un proyecto de investigación iniciado por Rosa Menkman; la serie en curso TOPIA (2019–actualidad), con Zalán Szakács; y Bluets (2025), con la soprano Kristia Michael.

Diamantides ha impartido clases a nivel internacional en la Academia de Arte de China (Hangzhou, China), en la Universidad de los Andes (Bogotá, Colombia) y en la Universidad del Peloponeso. De 2017 a 2019, fue profesor de Programación Multimedia en la Universidad Tecnológica de Chipre. Posteriormente, trabajó como investigador asociado en el Centro de Excelencia CYENS, en Nicosia (Chipre), y en el Centro de Investigación ATHENA, en Atenas (Grecia).



PANDELIS DIAMANTIDES

(Grécia - Greece | Holanda - Netherlands)


PERFORMANCES


PERFORMANCES

FRAGMENTOS EM VÍDEO - VIDEO FRAGMENTS - FRAGMENTOS EN VÍDEO

Funchal - RAM - Portugal


TRANSGRESSÃO arte + tecnologia TRANSGRESSION art + technology TRANSGRESIÓN arte + tecnología

TRANSGRESSION art + technology LAPP 3

Directed and Curated by PhD. HERNANDO URRUTIA Portugal


TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 was created, from its inception, as an initiative aimed at bringing citizens closer to contemporary manifestations of the avant-garde in live audiovisual art. The project presents different approaches, themes, concepts and questions through multiple forms of narrative and artistic languages, exploring the latest technological processes for the creation of image and sound, sound art and digital visual art, as well as new processes for generating moving images and sound. By proposing new soundscapes, visual landscapes and immersive experiences, the project seeks to foster a greater understanding and appreciation of the different developments within digital sound and visual art, New Media and Digital Media Art. In this way, it promotes engagement with new forms of artistic and technological expression, encouraging a closer relationship with contemporary culture and contributing to the development of an audience that is more open, sensitive and receptive to innovation, new artistic languages and the immersive experiences that characterise the evolution of New Media.

TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 aims to contribute to the development and appreciation of the visual and sound culture of our city, promoting public engagement with new languages and approaches in contemporary audiovisual creation. The project is based on the presentation of audiovisual performances and the exploration of digital sound and visual experimentation, drawing on the possibilities offered by new technologies to create narratives and soundscapes through moving image and experimental digital video. By establishing a relationship between image, sound, technology and computational processes, the project explores new forms of audiovisual expression and communication, reflecting on the transformations taking place in artistic creation within the contemporary context. In this way, TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 seeks to broaden access to and participation in audiovisual culture, bringing audiences closer to emerging languages of New Media and Digital Media Art, while contributing to the development of new forms of artistic creation and critical thought.*

This project seeks to bring the creativity and innovation of digital sound and visual art into the urban space of the city of Funchal, exploring sound and experimental video as forms of contemporary artistic expression. Grounded in research, experimentation and live audiovisual presentation, the project promotes new sound and visual manifestations, creating a space for encounter, participation and social interaction between art, technology and citizens. Through performances and the different works presented, the project aims to bring audiences closer to new avant-garde artistic practices, encouraging engagement with experimental languages and providing new experiences of cultural appreciation and participation. In this way, the project contributes to bringing artistic and technological innovation into the territory and to connecting citizens with new forms of expression in sound and visual art, particularly through moving image.

The Artistic Direction and Curatorship of TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 are led by Dr Hernando Urrutia, Artistic Director of APCA – Agência de Promoção de Cultura Atlântica for projects in the fields of New Media and Digital Media Art. The project is managed and produced by APCA – Agency for the Promotion of Atlantic Culture. The project also benefits from the support of media partners DREAMMEDIA – Madeira and DN – Diário de Notícias, as well as the support of Portuguese Republic / DGARTES.


TRANSGRESSÃO arte + tecnologia LAPP 3

Direção e Curadoria pelo Dr. HERNANDO URRUTIA Portugal


TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 foi criado, desde o seu início, como uma iniciativa de inclusão do cidadão às novas manifestações contemporâneas da vanguarda audiovisual ao vivo. O projeto apresenta diferentes abordagens, temas, conceitos e questões através de processos de múltiplas formas de narrativas e de linguagens de novos processos tecnológicos, explorando os mais recentes processos tecnológicos de criação de imagem e som, a arte sonora e a arte visual digital bem como os novos processos de geração de imagens e som da arte sonora e arte visual digital em movimento. Ao propor novas paisagens sonoras e visuais e experiências imersivas, o projeto procura proporcionar uma maior compreensão e apreciação das diferentes vertentes de desenvolvimento da arte sonora e visual digital, dos novos media e da Média-Arte Digital. Desta forma, promove o contacto com novas formas de expressão artística e tecnológica, estimulando uma relação mais próxima com a contemporaneidade e contribuindo para a formação de um público mais aberto, sensível e recetivo à inovação, às novas linguagens artísticas e às experiências imersivas que caracterizam a evolução dos novos media.

TRANSGRESSION art + technology LAPP 3, pretende contribuir para a dinamização e valorização da cultura visual e sonora da nossa cidade, promovendo o contacto do público com as novas linguagens da criação audiovisual contemporânea. O projeto assenta na apresentação de performances audiovisuais e na exploração da experimentação sonora e visual digital, recorrendo às possibilidades oferecidas pelas novas tecnologias para a criação de narrativas e paisagens sonoras e visuais através da imagem em movimento e do vídeo digital experimental. Ao estabelecer uma relação entre imagem, som, tecnologia e processos computacionais, o projeto explora novas formas de expressão e comunicação audiovisual, refletindo sobre as transformações da criação artística no contexto contemporâneo. Desta forma, o TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 procura ampliar o acesso e a participação na cultura audiovisual, aproximando o público das linguagens emergentes dos novos media e da Média-Arte Digital e contribuindo para a afirmação de novas formas de criação e pensamento artístico.

Este projeto propõe levar a criatividade e a inovação da arte sonora e visual digital ao espaço urbano da cidade do Funchal, explorando o som e o vídeo experimental enquanto formas de expressão artística contemporânea. Ancorado na investigação, experimentação e apresentação audiovisual ao vivo, o projeto promove novas manifestações sonoras e visuais, criando um espaço de encontro, participação e socialização entre a arte, a tecnologia e os cidadãos. Através das performances e das diferentes obras apresentadas, pretende-se aproximar o público das novas práticas artísticas de vanguarda, estimulando o contacto com linguagens experimentais e proporcionando novas experiências de fruição e participação cultural. Desta forma, o projeto contribui para levar a inovação artística e tecnológica ao território e para aproximar os cidadãos das novas formas de expressão da arte sonora e da arte visual, nomeadamente através da imagem em movimento.

A Direção Artística e Curadoria do projeto TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 estão a cargo do Dr. Hernando Urrutia, Diretor Artístico da APCA – Agência de Promoção de Cultura Atlântica para projetos nas áreas dos Novos Media e da Média-Arte Digital. A gestão e produção do projeto são asseguradas pela APCA - Agência de Promoção de Cultura Atlântica. O projeto conta ainda com o apoio dos parceiros de media DREAMMEDIA - Madeira e Diário de Notícias, bem como com a República Portuguesa - Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes. 


TRANSGRESSION arte + tecnología LAPP 3

Dirección e Comisariado por Dr. HERNANDO URRUTIA Portugal


TRANSGRESIÓN arte + tecnología LAPP 3 nace desde sus inicios, como una iniciativa para involucrar al ciudadano en las nuevas manifestaciones contemporáneas de la vanguardia audiovisual en directo. El proyecto presenta diferentes enfoques, temas, conceptos y cuestiones a través de procesos que combinan múltiples formas narrativas y lenguajes de los nuevos procesos tecnológicos, explorando los últimos avances tecnológicos en la creación de imagen y sonido, el arte sonoro y el arte visual digital, así como los nuevos procesos de generación de imágenes y sonido en el arte sonoro y el arte visual digital en movimiento. Al proponer nuevos paisajes sonoros y visuales y experiencias inmersivas, el proyecto busca proporcionar una mayor comprensión y apreciación de las diferentes vertientes del desarrollo del arte sonoro y visual digital, de los nuevos medios y del arte digital mediático. De este modo, fomenta el contacto con nuevas formas de expresión artística y tecnológica, estimulando una relación más cercana con la contemporaneidad y contribuyendo a la formación de un público más abierto, sensible y receptivo a la innovación, a los nuevos lenguajes artísticos y a las experiencias inmersivas que caracterizan la evolución de los nuevos medios.

TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 pretende contribuir a la dinamización y puesta en valor de la cultura visual y sonora de nuestra ciudad, fomentando el contacto del público con los nuevos lenguajes de la creación audiovisual contemporánea. El proyecto se basa en la presentación de actuaciones audiovisuales y en la exploración de la experimentación sonora y visual digital, recurriendo a las posibilidades que ofrecen las nuevas tecnologías para la creación de narrativas y paisajes sonoros y visuales a través de la imagen en movimiento y el vídeo digital experimental. Al establecer una relación entre imagen, sonido, tecnología y procesos computacionales, el proyecto explora nuevas formas de expresión y comunicación audiovisual, reflexionando sobre las transformaciones de la creación artística en el contexto contemporáneo. De este modo, el proyecto TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 pretende ampliar el acceso y la participación en la cultura audiovisual, acercando al público a los lenguajes emergentes de los nuevos medios y del arte digital, y contribuyendo a la consolidación de nuevas formas de creación y pensamiento artístico.

Este proyecto propone llevar la creatividad y la innovación del arte sonoro y visual digital al espacio urbano de la ciudad de Funchal, explorando el sonido y el vídeo experimental como formas de expresión artística contemporánea. Basado en la investigación, la experimentación y la presentación audiovisual en directo, el proyecto promueve nuevas manifestaciones sonoras y visuales, creando un espacio de encuentro, participación y socialización entre el arte, la tecnología y los ciudadanos. A través de las actuaciones y las diferentes obras presentadas, se pretende acercar al público a las nuevas prácticas artísticas de vanguardia, estimulando el contacto con lenguajes experimentales y proporcionando nuevas experiencias de disfrute y participación cultural. De este modo, el proyecto contribuye a llevar la innovación artística y tecnológica al territorio y a acercar a los ciudadanos a las nuevas formas de expresión del arte sonoro y del arte visual, en particular a través de la imagen en movimiento.

La dirección artística y la comisaría del proyecto TRANSGRESSION art + technology LAPP 3 están a cargo del Dr. Hernando Urrutia, director artístico de la APCA —Agencia de Promoción de la Cultura Atlántica— para proyectos en los ámbitos de los nuevos medios y el arte digital. La gestión y la producción del proyecto corren a cargo de la APCA (Agencia de Promoción de la Cultura Atlántica). El proyecto cuenta además con el apoyo de los socios mediáticos DREAMMEDIA – Madeira y Diário de Notícias, así como de la República Portuguesa – Cultura, Juventud y Deporte / Dirección General de las Artes.


APRESENTAÇÃO - PRESENTATION - PRESENTACIÓN


Live Audiovisual Performance Programme LAAP 3

Directed and Curate by Ph.D HERNANDO URRUTIA


PANDELIS DIAMANTIDES | Παλμός - PULSE

Performance Audiovisual

CCJDP - Centro Cultural John dos Passos Ponta do Sol - Madeira)


PROJECT LAPP 3 / PROJETO LAPP 3 / PROYECTO LAPP 3

Live Audiovisual Performance Programme

Programa de Performance Audiovisual ao Vivo

Programa de Performance Audiovisual al Vivo


SUPPORT TRANSGRESSION art + technology LAPP 3


Apoiado - Supported - Apoyado   2023 / 2024 | 2025 / 2026


Apoiado - Supported - Apoyado 2026 LAPP 3

Programa de Performance Audiovisual ao Vivo LAPP 3 - Live Audiovisual Performance Programme LAPP 3

Programa de Performance Audiovisual al Vivo

2026 


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